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		<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 21:58:30 +0000</lastBuildDate>
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			<title>Garagem Coletiva</title>
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			<description><![CDATA[<p>Um dos maiores problemas enfrentados pelos condôminos, sem dúvida, diz respeito à garagem coletiva ou vagas de uso comum. Na prática, verificamos mais facilmente esse tipo de garagem em edifícios mais antigos, onde existem mais veículos que vagas disponíveis.<br /><img style="margin: 10px; float: left;" src="http://imoveis.net/images/stories/garagem-vertical.jpg" alt="garagem-vertical" width="280" height="188" /></p>
<p>Na maioria dos casos, todavia, é fácil detectarmos a principal causa geradora de tantas desavenças: o tratamento superficial que é dado ao tema pela convenção e pelo regimento interno dos condomínios.</p>
<p>Assim, o primeiro e talvez mais importante passo para a solução ou, pelo menos, minimização dos conflitos envolvendo o uso das garagens coletivas seria a adoção de um regramento interno satisfatório, detalhando sua forma de utilização, seus limites e restrições.</p>
<p>Certo é que o bom senso da coletividade condominial e o respeito ao espaço e direito alheio também são fatores importantes para diminuição dos conflitos envolvendo as vagas de uso comum.</p>
<p>Algumas considerações, no entanto, podem auxiliar os condôminos no exercício de seus direitos e deveres:</p>
<p>Consideração nº 1: <em><strong>todos possuem os mesmos  direitos sobre as vagas </strong></em></p>
<p>Nenhum dos condôminos é titular exclusivo de direito sobre a vaga comum. Há uma co-propriedade, sendo vedado a qualquer condômino excluir a composse dos demais.</p>
<p>Consideração nº 2: <em><strong>é vedada a demarcação unilateral de vagas</strong></em></p>
<p>A demarcação unilateral das vagas, sem a devida deliberação e aprovação constitui violação ao direito de propriedade dos demais condôminos, habilitando-os a promoverem a defesa de seus interesses através de um dos interditos possessórios.</p>
<p>Para a realização de demarcação das áreas, ou utilização da área comum no interesse particular de um ou alguns poucos condôminos é necessário a aprovação por unanimidade em assembléia geral dos condôminos;</p>
<p>Consideração nº 3 <em><strong>as vagas de uso comum são indivisíveis e inalienáveis</strong></em></p>
<p>Sendo a garagem coletiva área comum do condomínio vigoram os princípios da inalienabilidade e indivisibilidade descritos no art.1.331, § 2º, do Código Civil, que regula na sua parte final: “(...) <em>são utilizados em comum pelos condôminos, não podendo ser alienados separadamente, ou divididos”</em></p>
<p>Consideração nº 4  <em><strong>o uso da vaga não gera direito de propriedade</strong></em></p>
<p>A utilização contínua e prolongada de uma determinada vaga por um condômino não gera direito de propriedade, nem tampouco o habilitada a propor ação de usucapião</p>
<p>Consideração nº 5 - <em><strong>respeito às regras definidas pelo condomínio</strong></em></p>
<p>Conforme dito no início desse texto o condomínio, através da convenção, regimento interno ou assembléia de condôminos, deve definir a forma de utilização, limites e restrições quanto ao uso das vagas comuns.</p>
<p>Geralmente se adota o sistema de sorteio de vagas, rodízio, liberdade de estacionamento, ordem de chegada, etc, sendo que, qualquer que seja a forma definida deve ser respeitada por toda a sociedade condominial.</p>
<p>Como visto, ainda que deficiente o regramento interno do condomínio a atenção dos condôminos a pequenas regras e o bom senso de cada morador pode tornar a vida em comunidade muito mais harmoniosa e menos conflituosa.</p>
<p>AUTOR:<br /><strong>Fábio Barletta Gomes</strong> <br />Advogado em Belo Horizonte. Sócio da ZBC Consultoria Empresarial ltda.<br />fabiobarletta@terra.com.br</p>
<p> </p>]]></description>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 04:02:59 +0000</pubDate>
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			<title>Energia Elétrica</title>
			<link>http://imoveis.net/component/content/article/63-alto-consumo-de-energia-eletrica</link>
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			<description><![CDATA[Se a sua conta de energia apresentou elevação significativa, sem que você tenha mudado seus hábitos de consumo, cuidado. Você pode estar com problemas nas instalações elétricas.<br /><img style="margin: 10px; float: left;" src="http://imoveis.net/images/stories/sindico/luz-energia--02-imoveis.net.jpg" alt="luz-energia--02-imoveis.net" width="180" height="308" /><br />O alerta é da CPFL Paulista. Segundo a companhia, o aumento sem explicações nos gastos com a conta de luz, o aquecimento de interruptores e tomadas, assim como lâmpadas e equipamentos eletrônicos que deixam de funcionar subitamente e depois voltam, sem que ninguém tenha mexido neles, são alguns indícios de que há problemas na rede elétrica.<br /><br />"Pontos quentes na rede elétrica são preocupantes e podem provocar acidentes e queima de aparelhos mais sensíveis", informa o gerente regional da empresa, Edson Amaral Jr.<br /><br />Instalações antigas<br />Em geral, as instalações antigas são mais propensas a apresentar defeitos e provocar fuga de energia, elevando o valor da conta e colocando a residência em risco, com curtos-circuitos e até incêndios.<br /><br />Isso porque, explica Amaral, há pouco mais de 25 anos não existiam micro-ondas, DVDs, home theater, entre outros aparelhos. Em outras palavras, as instalações elétricas estavam dimensionadas para suportar poucos equipamentos.<br /><br />Para evitar complicações, o gerente aconselha evitar o uso de benjamins, por exemplo, e, ao perceber qualquer problema, recorrer a um eletricista.<br /><br />"Procure não sobrecarregar as instalações, não use benjamins para ligar mais de um aparelho na mesma tomada e fique de olho nos sinais que indicam a necessidade de reforma no sistema elétrico. Se achar conveniente, solicite para um profissional fazer um check-up das instalações elétricas da sua casa. A prevenção ainda é mais barata que o conserto dos estragos."<br /> <em><br />Fonte: InfoMoney: Gladys Ferraz Magalhães</em>]]></description>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
			<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 10:07:12 +0000</pubDate>
		</item>
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			<title>Coberturas</title>
			<link>http://imoveis.net/component/content/article/61-coberturas</link>
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			<description><![CDATA[<p class="spip" align="justify">São muitos os que sonham em morar numa cobertura. Daquelas com vista para a paisagem do Rio e um terraço que permita uma série de atividades impensáveis no confinamento de um apartamento padrão. <br /><img style="margin: 10px; float: left;" src="http://imoveis.net/images/stories/mercado/cobertura.jpg" alt="cobertura" width="280" height="206" /><br />Mas este bem de consumo é exclusivo para poucos e cada vez se torna mais raro na cidade. É que as coberturas estão sendo construídas quase que estritamente em prédios de luxo.</p>
<p class="spip" align="justify">- Quanto mais sofisticado for o empreendimento, a cobertura tem mais sentido de ser construída. É difícil vender área livre. Em geral, o público de maior poder aquisitivo tem mais necessidade desses espaços - diz Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresa do Mercado Imobiliário (Ademi).</p>
<p class="spip" align="justify">Nas classes menos privilegiadas é mais difícil encontrar quem queira pagar por uma área livre, sem função específica. Nos atuais empreendimentos voltados para a classe média, a tendência é oferecer uma estrutura de lazer na coberta para todo o condomínio do que favorecer apenas um ou dois consumidores. Principalmente em prédios que não têm muito terreno.</p>
<p class="spip" align="justify">- O mercado tem mais dificuldades para vender cobertura para a classe média, principalmente em empreendimentos com áreas de lazer mais modestas. É preferível utilizar o lazer compartilhado do que investir em cobertura para o uso individual. É mais vantajoso investir na construção de espaços comuns e assim dar mais liquidez a todos os apartamentos - explica Rodrigo.</p>
<p class="spip" align="justify">As coberturas têm mais valor quando se encontram em empreendimentos na Zona Sul, Barra na Tijuca e em áreas de maior destaque da Freguesia, Jacarepaguá e Tijuca. E mesmo assim, a facilidade de venda não é igual em todos os lugares, como mostra o vice-presidente da Ademi.</p>
<p class="spip" align="justify">- A partir da Avenida das Américas para dentro começa a haver um pouco mais de resistência às coberturas. Na Península e na Laguna, tem-se uma liquidez melhor, reforçada com a vista para o mar - esclarece Rodrigo.</p>
<p class="spip" align="justify">Segundo o vice-presidente da Ademi, no Rio é possível encontrar uma cobertura de R$ 15 milhões na Av. Vieira Souto, ou de R$ 130 mil, com dois quartos, em Jacarepaguá. A diferença de preço de metro quadrado é de mais de 500% de acordo com a localização. O diretor de incorporação da RJZ/Cyrela Alexandre Calazans faz coro com o colega.</p>
<p class="spip" align="justify">- Na Delfim Moreira, o preço do metro quadrado chega a R$ 25 mil. A Barra tem cobertura de 800 m² com o metro quadrado entre R$ 16 mil e R$ 17 mil. Mas encontra-se também coberturas de 80m² com menos de R$ 3 mil o metro quadrado - afirma Alexandre Calazans.</p>
<p class="spip" align="justify">O preço de uma cobertura, todo mundo sabe que é mais caro do que um apartamento padrão. O direito ao uso de laje superior já equivale um acréscimo de pelo menos 10% a mais do valor do preço médio de um apartamento no edifício. A parte descoberta, com piscina e deck, aumenta o custo do imóvel em 50%. Além disso, quando a cobertura é entregue sem nada, mas com área física que permita a construção de uma churrasqueira ou de uma bancada, há um acréscimo no valor total de aproximadamente 30%.</p>
- No apartamento de cobertura pode-se considerar o valor de metro quadrado da média dos apartamentos acrescido de 10%. Agregado a este valor tem-se ainda a área livre do terraço cujo metro quadrado equivale a cerca de 50% do valor do metro quadrado de um apartamento situado no andar médio. Para exemplificar, se num empreendimento, um apartamento de 200 m² tem como preço médio do metro quadrado R$5 mil, na cobertura seria R$5,5 mil. Tem-se ainda que considerar o acréscimo do terraço, cujo valor equivaleria ao produto da área multiplicada por R$ 2,5 mil, explica Rodrigo.]]></description>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
			<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 09:13:56 +0000</pubDate>
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