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Em um ano, os preços médios de casas e apartamentos subiram 24,4% e de terrenos 8%....
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Imóveis mais valorizados no Paraná

Em um ano, os preços médios de casas e apartamentos subiram 24,4% e de terrenos 8%. Pesquisa do Inpespar mostra que mesmo em Curitiba a valorização foi menor que em Maringá.

Os imóveis residenciais em Maringá tiveram uma valorização média de 24,4% em apenas um ano. Foi o maior índice registrado entre as cidades paranaenses com mais de 300 mil habitantes. Em dezembro de 2009, o metro quadrado de casas e apartamentos custava R$ 1.467,85, ante R$ 1.179,95 registrados no mesmo mês de 2008.

Os terrenos valorizaram menos. No mesmo período, o preço médio subiu 8%. Em dezembro de 2008, o metro quadrado foi comercializado a R$ 251,54, e evoluiu para R$ 272,12 no mês passado. Os dados são do balanço anual do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar).

Contrariando a lei da oferta e procura, o número de unidades colocadas à venda também foi maior no mês passado em relação a dezembro de 2008, quando foram ofertados 1.745 imóveis residenciais, comerciais e terrenos, ante as 1.811 unidades disponíveis em dezembro de 2009. Mesmo com mais ofertas, os preços subiram 3,78%.

A diretora de Comercialização Imobiliária do Sindicato da Habitação de Maringá (Secovi), Marisa Marutaka, houve algumas mudanças no mercado no ano passado por conta da crise econômica mundial. “Muita gente não quis arriscar no mercado financeiro e preferiu o imóvel, que é um investimento mais seguro”, afirma. Segundo ela, o imóvel tem baixa liquidez, mas não oferece os riscos do mercado financeiro.

Mais ofertados
A pesquisa do Inpespar revela outras particularidades do mercado imobiliário maringaense. Em dezembro de 2009, dos 1.811 imóveis ofertados, 1.203 eram residenciais. Desses, 320 custavam mais de R$ 250 mil. Em segundo lugar ficaram os imóveis residenciais com preços entre R$ 120 mil e R$ 150 mil: foram 250 casas e apartamentos.

Entre os imóveis mais ofertados, as residências com três dormitórios ficaram em primeiro lugar: 463 unidades, que correspondem a 37,1% da oferta total. Em seguida, foram os apartamentos também de três dormitórios: 348 unidades, ou 27,9% da oferta.